
Como a GenZ vive, consome e ressignifica o Carnaval: entre blocos, glitter, Pix e autocuidado.
Um mergulho em como a Geração Z vive, sente e consome o Carnaval no Brasil. O estudo mapeia comportamentos de curtição, sociabilidade, estética, mobilidade, alimentação, pagamento e presença de marcas durante a maior festa popular do país — revelando um Carnaval que é ao mesmo tempo performance coletiva, autocuidado e território de cultura.
Neste estudo
70%
da GenZ vai participar do Carnaval pelo menos um dia
82%
da GenZ vai curtir de algum jeito (bloco, festa ou viagem)
🔒 Prévia exclusiva
95%
dos brindes mais marcantes são copos e canecas
Com quem a GenZ passa o Carnaval
Participação e Sociabilidade
O Carnaval da GenZ é vivido em comunidade: 88% passam o feriado com amigos, mostrando que a curtição está mais ligada ao vínculo coletivo do que a grandes produções individuais.
Participação e Sociabilidade
73%
da GenZ usa glitter no Carnaval
Dado do markdown público; versão privada indica 91% entre quem usa produtos de beleza
O Carnaval não é vivido apenas como excesso: ele também funciona como pausa, autocuidado e reorganização emocional para a GenZ.
Principais Insights
Onde a GenZ percebe marcas no Carnaval
Presença de Marcas
Copos e canecas (95%) viram quase 'passaporte de pertencimento' — brindes úteis e bonitos são mídia real para marcas no Carnaval da GenZ.
Consumo e Pagamento
“A regra é clara: tem que estar junto da galera, não só assistindo de longe.”
GenZ
N TOTAL
900
respondentes
2025
coleta dos dados
Completude
100%
Distribuição por Raça
Gênero Majoritário
Pesquisa quantitativa com formulário online aplicado nacionalmente, cobrindo todos os 27 estados brasileiros e o Distrito Federal. Total de mais de 900 respondentes, sendo 618 da GenZ considerados na análise principal. Millennials (7% da amostra) foram excluídos da análise central.
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